Hoje sinto-me um arenque. Um arenque... podre.
sexta-feira, setembro 26, 2008
quinta-feira, setembro 25, 2008
30" de descrédito
Tudo está a perder-se, para mim, outra vez, quando alguns dos teus amigos e algumas das minhas amigas deixam de ter nome...
sexta-feira, setembro 19, 2008
111.1
- Frequência radiofónica?
- Pêlos no peito?
- Pontos na testa?
- Borbulhas?
- Peso corporal?
- Graus centígrados?
- Número de porta?
- Estaladas no focinho?
- Pêlos no peito?
- Pontos na testa?
- Borbulhas?
- Peso corporal?
- Graus centígrados?
- Número de porta?
- Estaladas no focinho?
quarta-feira, setembro 17, 2008
Uma pedra fora da mão...
... que voava, voava. Onde irá ela cair?
Para aterrar em segurança, por favor, clique em "Pause" ou "STOP". Costuma resultar.
Para despenhar-se no fim, deixe-se levar até onde o seu coração aguentar.
Alguém que me atire ao ar. E... fujam!
Shall we dance, honey? Shall we smoke a joint? The world is spinning. Why don't we?
segunda-feira, setembro 15, 2008
Xi coração
Sinto-me atolado. Atolado por dentro. Atolado em beijos. Atolado em muitos beijos, mesmo. Sinto-me atolado em muitos beijos... por dar.
sexta-feira, setembro 12, 2008
Não sei, não...
Depois de limpar o sotão, acham bem pensar em morte ou será necessário arrumar mesmo toda a casa?...
:P
:P
Mamma Mia, mamma nostra
Para todos os que só agora descobriram os ABBA: eu já adoro os ABBA desde pequeno! Já fui gozado por gostar tanto dos ABBA e os meus amigos sabem-no. Aos ABBA, eu cheguei primeiro! ABBA em vinil, ABBA em cd, ABBA em mp3, nunca tive ABBA em cassete... ABBA forever! ABBA!
quinta-feira, setembro 11, 2008
NOVA MENSAGEM
Estou trajado à havaiano, dançando um hula e cantando um sempre eloquente:
Eu só quero sair daqui
Por favor, tirem-me daqui
Já não posso estar aqui
Por favor, deixem-me ir já para ali
Tralalala-la-li
Ah! E dou €10,00 a quem me aparecer aqui com duas cubas-libres e um prato de amendoins bem torradinhos. Só para abrir, claro.
Estou estafado, encalorado e... boçal. Que não rima, mas não faz mal.
Moral da história: este texto é uma escória, mesmo para quem desprevenido o lê, isto não lhe fica na memória.
sexta-feira, setembro 05, 2008
Até que a morte nos separe?
Hoje, agora, soa-me a algo estranho, que não totalmente descabido, e só porque apetece-me não pensar e só escrever sobre o assunto, mas ontem, a meio da minha caminhada lusco-fusquívaga, enfrentando um rosado e arrebatador pôr-do-sol, com os Deep Forest a ecoarem-me cérebro adentro, fez-me todo o sentido, ao ponto de verdadeiramente me assustar o antecipado vazio da resposta: e então, Marronco, se te desse um enfarte fatal agorinha mesmo, aqui, sozinho, em plena promenade, qual seria o teu legado?
Arrepiei-me. Agora arrepiei-me.
quinta-feira, setembro 04, 2008
Anita aprende a preparar um prato de bacalhau
Bacalhau demolhado é bom e facilita muito a confecção de algumas receitas ancestrais em que predomina na preparação do pitéu um, sempre mui apreciado, trabalho manual.
Sim, acho que esta também se pode considerar como receita conventual, pelo seu fundo artesanal e porque também tem reprodução bem ilustrada nos anais da nossa história, nomeadamente em paços episcopais, casas de pasto e em albergues baratos.
Humedeço o dedo, viro a folha e continuo: amasse tudo, envolva nas claras batidas e guarneça com azeitonas grandes. Leve ao forno previamente aquecido.
Agora vem a espera. Será que ainda como hoje?
quarta-feira, setembro 03, 2008
Com pré-lavagem, sff
Da forma como isto anda por estes dias, entre a baba em cascata, o mar de suor onde se banham os sovacos e os mil e um tsunamis a alagarem-me as vistas, o que me sabia bem, mesmo, era essa tal centrifugação... total!
Ando sempre com uma cebola no bolso, mas, honestamente, hoje preferia ser um bacalhau seco.
segunda-feira, agosto 25, 2008
A minha primeira vez
Cinco anos hoje volvidos, e na perspectiva do seu autor, o "Blog(ue - para os puritas) do Marronco" continua a primar pelas duas características que, desde o primeiro dia, inequívocamente o demarcam dos demais irmãos e irmãs blogosféricos. A saber: primeira, o vazio intrínseco do seu conteúdo - uma característica que facilmente salta à vista, qual silicónico decote feminino se tratasse; segunda, e de percepção mais rebuscada, a capacidade inata que este espaço tem de se fazer reconhecer por uma única característica, a primeira.
Não passa de uma espécie de placebo, só que com efeito. E um efeito forte, por sinal: a sonolência induzida, devastadora para quem ama a vida e cai aqui neste buraco do sono; a mesma sonolência, retemperadora para quem padece de insónia crónica. Um verdadeiro soporífero.
Ou seja, nem é uma coisa, nem sou nada. Nem sou eu, nem me deixo ser. Nem tem rumo, nem ando perdido. Nem é espelho, nem projecção de mim.
Ora, porra, também é só um blog(ue), não é todo um consultório de psicologia!
Questão: há motivos para festejar?
sexta-feira, agosto 22, 2008
E para já vão três
Boas sensações hoje registadas:
1 - Um sms de resposta, pela matina.
2 - Um croissant morninho, com fiambre, sem manteiga.
3 - A cuidada observação de um farto decote que se passeava pela rua, a partir da minha janela no segundo andar.
1 - Um sms de resposta, pela matina.
2 - Um croissant morninho, com fiambre, sem manteiga.
3 - A cuidada observação de um farto decote que se passeava pela rua, a partir da minha janela no segundo andar.
Anita vai à caça
De tanto piratear
Um virus consegui instalar
Naturalmente fiquei fulo
Chamei-lhe um nome e dei um pulo
Arreliado parti à caça
De hoje o gajo não passa
Demorou mas acho que consegui
O sacana de mim já não se ri.
Um virus consegui instalar
Naturalmente fiquei fulo
Chamei-lhe um nome e dei um pulo
Arreliado parti à caça
De hoje o gajo não passa
Demorou mas acho que consegui
O sacana de mim já não se ri.
quinta-feira, agosto 14, 2008
sexta-feira, agosto 08, 2008
Fados chorados
Disse-te adeus e morri
Vasco de Lima Couto / José António Sabrosa
_
Disse-te adeus e morri
E o cais vazio de ti
Aceitou novas marés...
Gritos de búzios perdidos
Roubaram aos meus sentidos
A gaivota que tu és
_
Gaivota de asas paradas
Que não sente as madrugadas
E acorda á noite, a chorar
Gaivota que faz um ninho
Porque perdeu o caminho
Onde aprendeu a voar
_
Preso no ventre do mar
O meu triste respirar
Sofre a invenção das horas
Pois na ausência que deixaste
Meu amor, como ficaste
Meu amor, como demoras
(letra retirada de: http://fadosdofado.blogspot.com/)
Vasco de Lima Couto / José António Sabrosa
_
Disse-te adeus e morri
E o cais vazio de ti
Aceitou novas marés...
Gritos de búzios perdidos
Roubaram aos meus sentidos
A gaivota que tu és
_
Gaivota de asas paradas
Que não sente as madrugadas
E acorda á noite, a chorar
Gaivota que faz um ninho
Porque perdeu o caminho
Onde aprendeu a voar
_
Preso no ventre do mar
O meu triste respirar
Sofre a invenção das horas
Pois na ausência que deixaste
Meu amor, como ficaste
Meu amor, como demoras
(letra retirada de: http://fadosdofado.blogspot.com/)
quinta-feira, agosto 07, 2008
Vacaciones
E lá se foram... diferentes, como sempre. Diferentes do planeado, como sempre. Pensei que iriam ser longas e, afinal, as três semanas passaram-se num ápice. Como sempre, sinto que precisava já de outras três semanas fora do cubículo. Diferentes, também. E, para ser também diferente, comecei as férias vivendo num sítio e acabei-as morando noutro. Viver sozinho é diferente. O coração, esse, não anda indiferente, como sempre. Estou diferente, ando quase doente. O focinho mente, como quase sempre. Não escrevi aqui, isso não foi diferente. Porra, continuo Marronco, sou da nossa gente!
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