terça-feira, junho 30, 2009

Estas e outras excentricidades

Café: 0,25€;
Bolo do caco grande, no SÁ: +/-1,00€;
Sabão para a máquina Ultra Pro Sabão Natural: mais barato do que os outros;
Máquina de barbear/rapar a cabeça Electronia, na Rádio Popular: 20,00€;
Viagem Funchal-Ibiza-Funchal, marcada no TerminalA.com: 300 e poucos euros;
Terminar o último namoro, despesas indirectas desse - agora vejo-o assim - acto tresloucado(!) - não pelo início ou fim em si, claro, mas pelas opções entretanto tomadas: 1.000€ aproximadamente, entre 350,00€ que recusei, mais 650,00€, que agora tenho de pagar.
Há gajos mesmo deficientes-e-pobres-armados-em-ricos-na-parte-em-que-só-se-tem-gastos-desnecessários-fruto-de-decisões-pouco-ponderadas, não há?!?

quinta-feira, maio 28, 2009

Planta

Pés, não precisam de ser bonitos. Basta-me que são sejam... beijáveis.

terça-feira, abril 21, 2009

I wonder

Sou naturalmente mesquinho? Ou socialmente mesquinho? Quase sempre polido. Onde me encontro genuíno?

sexta-feira, abril 03, 2009

Brain damage, again

Mesmo, mesmo, mesmo à espera de um fim-de-semana de absoluta ausência de responsabilidade. Que bom! Ou não. Que interessa? Who cares?

quinta-feira, março 19, 2009

Needs

E então ele, o D., respondeu, mais ou menos assim, à professora: o meu pai não me dá carinho, mas quando eu for grande não vou ser como ele. Vou dar carinho ao meu filho.
O Amor não tem Pai ou Mãe. É sentimento, que se sente. Ou não.

quarta-feira, março 18, 2009

Manso

Questionando-me sobre o essencial, a verdade é que torna-se demasiado fácil perceber que sobra muito pouco de verdadeiramente interessante e que as outrora vivas raízes hoje jazem secas, ultrapassadas por um dia-a-dia irreflectido. Então, então tudo e nada deixam de fazer sentido, porque privilegio o equilíbrio, qual cabrito virado cordeiro. Mééé!!!

quinta-feira, março 05, 2009

Uma cama para dois

Poderei algum dia fazer-te mesmo feliz se durmo enquanto choras a meu lado?

quinta-feira, fevereiro 12, 2009

Até te comia, minha companhia

30.01
Um restaurante: Miramar, em Porto Covo - bela vista, melhores entradas, óptimo robalo grelhado e muita simpatia pela chuvosa tarde fora. Muito obrigado.

Shame on you

Ainda existem contas por acertar, pois existem... Quem foi a/o sacana que me multou às 7:45 da manhã, à porta de casa?!?

Baforada

Os hálitos de tabaco são todos iguais?

Tira camisa, bota camisa

Hey! E as tuas costas, são bonitas?

terça-feira, fevereiro 10, 2009

Política comercial?

C'um caraças! É mais rápido ir à Fernão de Ornelas e pagar dez cêntimos pelo Jornal da Madeira de ontem, do que esperar que a porcaria do site mostre alguma coisa... Irra!

terça-feira, janeiro 27, 2009

Marroncky 2 - És grande, mas não és dois! The return.

Prevejo que em 2009 vou voltar a esmurrar o focinho a um gajo. De preferência outro gajo e que desta vez dê luta.
O meu historial: Directo de Esquerda: 1 - Olho Esquerdo a Vazar Sangue: 0 = Technical KO, ao primeiro assalto e com direito a passagem de ida para o centro de saúde local.
Eu? Eu continuo a treinar, continuo a treinar. E, sim, também estou preparado para que me encaixem um bom gancho de direita nos óculos. Ossos do ofício, dizem eles.
Bate, bate, esquiva, esquiva, bate!!...

É assim tão evidente ou este jornalista vive barricado na Rua do Surdo?

In Publico.pt de hoje - http://ultimahora.publico.clix.pt/noticia.aspx?id=1357685&idCanal=12
"Reportagem do diário espanhol sobre o líder madeirense
Jornal El País compara Alberto João Jardim a Kadhafi
27.01.2009 - 14h59 Romana Borja-Santos
O que é que Alberto João Jardim têm a ver com Muammar Kadhafi? De acordo com uma reportagem publicada este fim-de-semana no diário espanhol El País, o Presidente do Governo Regional da Madeira está no poder há 30 anos, sendo apenas superado pelo líder líbio, que ocupa o cargo há 39 anos. Diferenças: “o coronel nunca se submeteu ao veredicto das urnas”.
Três décadas no poder valeram ao social-democrata um artigo intitulado “Paraíso sob controlo – Presidente eterno”, onde são explicados os segredos da longevidade do cargo, aos olhos dos “nuestros hermanos”.
Sobre o perfil do líder madeirense, o jornalista Francesc Relia escreve que o “seu carácter histriónico (...) o leva a depreciar, insultar e incomodar os seus adversários políticos, e também aqueles que estão no seu bando, o Partido Social Democrata (PSD)”. E acrescenta: “Jardim é um produto genuinamente madeirense, catapultado em partes iguais pela Igreja e pelo antigo regime. Durante a ditadura foi protegido pelo homem do salazarismo na Madeira, o seu tio Agostinho Cardoso (...)”. Apesar disso, o jornal salvaguarda que o PSD regional pouco tem de parecido pelo nacional – “Na Madeira, são do PSD os velhos quadros do salazarismo que conservam cargos locais”.
Perante estas características peculiares, o El País questiona qual será o segredo para o povo continuar a votar em Alberto João Jardim e chega a uma resposta: “O dinheiro, em primeiro lugar”. Depois, o diário espanhol explica que a Madeira foi durante décadas a região portuguesa que, proporcionalmente, recebeu mais fundos nacionais e da União Europeia para compensar a insularidade. Na reportagem lê-se também “com este colchão quem não ganha eleições por maioria absoluta?”. A opinião é corroborada pelo vereador socialista na Câmara do Funchal Carlos Pereira que considera que “nestas condições, nem o Papa seria capaz de derrotar Jardim”.“
Com milhões faço inaugurações, com inaugurações ganho eleições”
No que diz respeito aos resultados dos 30 anos à frente da ilha, o El País escreve que ficou “para trás parte da pobreza ancestral” sendo os túneis, viadutos e vias rápidas as marcas do social-democrata, que apostou desde o primeiro dia nas obras públicas. Porém, insistem que estas contaram com “avultados fundos recebidos de Lisboa e Bruxelas”. Depois, o jornalista cita o lema de Jardim - “com milhões faço inaugurações, com inaugurações ganho eleições” - e refere que o líder regional tem ignorado o Tribunal Constitucional, no sentido de não se aproveitar destes eventos para actos de campanha.
A última parte da reportagem é dedicada à “linha [imperceptível] que separa os meios de comunicação e propaganda” na região. O El País escreve mesmo que “o Telejornal da cadeia de televisão pública RTP Madeira é conhecido popularmente como TeleJardim”, que as rádios privadas recebem subsídios estatais e que o “Jornal da Madeira” é o único diário público em Portugal que serve de instrumento político e que é vendido a um preço simbólico de dez cêntimos por a lei proibir que seja gratuito.
Por outro lado, o artigo refere o facto de uma parte considerável população activa trabalhar em na administração regional, acrescentando que “não é preciso perguntar em quem vota este exército de burocratas” e dizendo que se torna muito difícil concorrer contra o actual líder. O El País afirma, ainda, que os ministros raras vezes pedem contas, apesar de não faltarem temas. E dão como exemplo a dívida que ascende a 3000 milhões de euros e que equivale a metade do PIB regional e que passa impune num “Parlamento que não exerce as suas funções de fiscalização (...) [e que não está sujeito] a nenhum regime de incompatibilidades, caso único em Portugal, o que lhes permite fazer negócios com à margem do Governo”.
Depois, a reportagem recorda o episódio deputado do PND que exibiu uma bandeira nazi na Assembleia regional e que foi impedido no dia seguinte de entrar nas instalações. “A oposição, seja de esquerda ou de direita, está de acordo que o regime político da Madeira tem todos os tics de uma república bananeira”, lê-se no El País, que termina o artigo a explicar que Alberto João Jardim não se mostrou disponível para colaborar com o diário espanhol."

quinta-feira, janeiro 15, 2009

Um aeroporto entre as orelhas (post curtíssimo!)

É sempre engraçado (ihih) verificar que, entre os meus contemporâneos, sou aquele que apresenta menos cabelos brancos por cm2.
Viva a calvície!

sexta-feira, janeiro 02, 2009

C'um caraças, bom ano!

Receita do dia: cházinhos vários, para limpar a vasilha.

terça-feira, dezembro 23, 2008

Guia Marroncolin

"Os Aliados", Rua da Boa Viagem, Funchal
Sandes de carne-vinho-e-alhos: *****
Vinho com laranjada: *****
Simpatia no atendimento: **********

Importante actualização sobre os tais acontecimentos marcantes que tiveram lugar nos últimos 30 dias

Hoje, a meio da manhã, comi uma sandes de carne-vinho-e-alhos, na Novidade.
Daqui a pouco (logo não devia estar neste post, mas aqui vai...) vou comer outra, talvez no Cica.
Mercado: I'm in the zone. See you here!

sexta-feira, novembro 21, 2008

L goes for Linda?



Lady Laura
Roberto Carlos
Composição: Roberto Carlos/Erasmo Carlos


Tenho às vezes vontade de ser
Novamente um menino
E na hora do meu desespero
Gritar por você
Te pedir que me abrace
E me leve de volta pra casa
E me conte uma história bonita
E me faça dormir
Só queria ouvir sua voz
Me dizendo sorrindo
Aproveite o seu tempo
Você ainda é um menino
Apesar de distância e do tempo
Eu não posso esconder
Tudo isso eu às vezes preciso escutar de você

Lady Laura, me leve pra casa
Lady Laura, me conta uma história
Lady Laura, me faça dormir
Lady Laura

Lady Laura, me leve pra casa
Lady Laura, me abrace forte
Lady Laura, me faça dormir
Lady Laura

Quantas vezes me sinto perdido
No meio da noite
Com problemas e angústias
Que só gente grande é que tem
Me afagando os cabelos
Você certamente diria
Amanhã de manhã você vai se sair muito bem
Quando eu era criança
Podia chorar nos seus braços
E ouvir tanta coisa bonita
Na minha aflição
Nos momentos alegres
Sentado ao seu lado, eu sorria
E, nas horas difíceis
Podia apertar sua mão

Lady Laura, me leve pra casa
Lady Laura, me conta uma história
Lady Laura, me faça dormir
Lady Laura

Lady Laura, me leve pra casa
Lady Laura, me abrace forte
Lady Laura, me faça dormir
Lady Laura

Tenho às vezes vontade de ser
Novamente um menino
Muito embora você sempre acha que eu ainda sou
Toda vez que eu te abraço e te beijo
Sem nada dizer
Você diz tudo que eu preciso
Escutar de você...

PARABÉNS JUDI!!!
:P

quarta-feira, novembro 19, 2008

Saíste-me cá uma barraqueira, tu

Manuela, you must be kidding on me!
http://jornal.publico.clix.pt/default.asp?url=%2Fmain%2Easp%3Fdt%3D20081119%26page%3D4%26c%3DA
Seis meses? Não tinha que tirar um anito. Pois, hoje é uma ironia. E amanhã? Tirania?
Vade retro!