quinta-feira, fevereiro 03, 2011

Lapse

Tu fazes-me parar. E pensar. Um rápido e leve pensar que se enreda na vontade de abraçar. -te. Não há espaço, nem há lugar, onde queira estar se aí, nesse recanto, não puder mimar. -te. Retomo a marcha, ponho-me a andar. Valeu-me aquele segundo em que, por um instante, optei por respirar. -te.

quinta-feira, janeiro 13, 2011

January 13th

A nice day to hunt... flea.

segunda-feira, dezembro 20, 2010

sexta-feira, dezembro 17, 2010

Cuecas molhadas nem sempre são sinais da libido

A minha vida está, literalmente, a meter água quando as minhas mais simples e quotidianas decisões giram à volta de um básico estendal... que não tenho.

sábado, novembro 20, 2010

sexta-feira, novembro 19, 2010

terça-feira, outubro 26, 2010

Dormir só

Fugi de um abraço, mas um abraço sabia mesmo bem. Decididamente, não me percebo. Nem quero.
Sou chato, porra!

terça-feira, outubro 12, 2010

Huummm...

Mimo é uma palavra com sexo?

quarta-feira, outubro 06, 2010

E um passo em frente seria...

...manter-me cuidadosamente silencioso, fitando, com curiosidade, o intenso corropio emocional, qual estátua evocando a D. Formiga Rabiga, eu fosse.

*

O saldo entre * enviados e beijos dados, no dia de hoje, resulta numa enorme predisposição para enfiar-me em casa, asap.
E, ainda por cima, chove lá fora...

quarta-feira, agosto 04, 2010

13/7

Pumping and pumping and pumping...

quarta-feira, maio 19, 2010

Simplicidade

Que quem de direito me desculpe a discricionária concatenação... Digamos que seria o texto, por hoje, sublinhado:
"(...) A arte da dúvida. (...) Tudo aquilo em que cremos controla-nos. Se aquilo em que se acredita é saudável, tal crença ajudar-nos-á. Mas se aquilo em que se acredita é destrutivo, tal crença algemar-nos-á. (...) todos os grandes pensadores (...) usaram, ainda que intuitivamente, a arte da dúvida para combater as ideias correntes e gerar novas ideias. (...) Quem despreza a dúvida paralisa a sua inteligência. (...) A arte da dúvida estimulou a construção da arte crítica. (...) a aplicação da arte da dúvida e da crítica, estruturaria o seu eu - que representa a capacidade de decidir (...)" Quem, nesta sociedade superficial, "se preocupa em alicerçar o eu através da arte de pensar? (...) - Você teve tranquilidade depois de organizar o seu raciocínio? - Não! A mesma luz que ilumina os olhos expõe as nossas mazelas. A lucidez revelou as minhas perdas, os meus erros (...)" E viajaram "para o epicentro dos seus terramotos emocionais. Viram as perdas por outros ângulos, aceitaram as suas limitações, cantaram, sorriram, brincaram com a vida, deixaram de lutar contra ela. (...)"
Lido há meia-hora atrás in A Saga de Um Pensador - A Paixão pela Vida, de Augusto Cury. Escrito aqui para que amanhã, ou outro qualquer dia, ou nunca, possa reflectir e criticar um pouco mais sobre isto. A palavra dos outros, por vezes, tem o condão de reconfortar e estimular o nosso pensamento. Agora, agora há que voltar para a cama e tentar dormir mais um bocadito.
P.S. - Obrigadinho a quem muito gentilmente empresta-me livros, como foi o caso. Eu leio-os. Devolvê-los? Ui! Isso agora...

quinta-feira, março 25, 2010

Ainda tenho ritmo cardíaco...

Estou cansado de que gostem de mim.

quinta-feira, outubro 08, 2009

O dia em que vomitaram a Democracia

In dnoticias.pt de hoje:
"Inauguração violenta
Pela primeira vez, Jardim inaugurou com fortes medidas de segurança
Data: 08-10-2009
A inauguração da conclusão da 3º fase das Infraestruturas Gerais do Madeira Tecnopolo ficou marcada por violência física contra dirigentes do PND, agredidos e soco e a pontapé, e por um forte aparato policial, que foi ainda reforçado pela presença de vários seguranças de uma empresa privada, contratados pelo empreiteiro. Desde o início ficou claro que aquela seria uma inauguração diferente. Todo o perímetro estava vedado e marcado como sendo acesso privado. Elementos da PSP, incluindo a Brigada de Intervenção Rápida, corpo de segurança pessoal, todos comandados pelo próprio comissário Roberto Fernandes, e ainda seguranças privados, da empresa Securitas, faziam o controlo de quem podia ou não entrar. Coisa nunca antes vista numa inauguração, mas que foi explicada pelo facto da obra pertencer ao empreiteiro até a entrega formal ao Governo. Apesar das explicações oficiais, o reforço da segurança tinha por principal objectivo evitar a repetição do ocorrido na inauguração da via-expresso para o Porto do Funchal, onde populares se envolveram em confrontos com dirigentes do PND. Um episódio que abriu um diferendo do presidente do Governo com a PSP e que levou Alberto João Jardim a dizer que dispensava a polícia. Uma vontade que não só não se concretizou, como até levou a um reforço policial, como o que ontem se verificou. Daí que, pela primeira vez, Jardim tenha presidido a uma inauguração fortemente policiada e com barreiras, onde o povo marcou presença, mas de forma controlada e seleccionada. O presidente ainda ironizou ao dizer que iria esperar um pouco "para ver se chega o fascismo, porque isto assim não tem piada". No decorrer do discurso chegou mesmo a pedir desculpa ao povo " por isto não ter sido tão animado como há dias", numa alusão aos incidentes ocorridos com dirigentes do PND, após a inauguração da nova ligação ao porto do Funchal. Mas Jardim falou cedo demais. Logo após os discursos, os dirigentes do PND tentaram entrar na estrada que tinha acabado de ser inaugurada, mas foram impedidos de o fazer por seguranças privados. Foi um momento de tensão com alegados trabalhadores da obra a agredirem a soco e a pontapé o deputado Baltasar Aguiar e o candidato à Assembleia Municipal, Eduardo Welsh. A polícia foi mesmo obrigada a intervir.
Tudo se passou a cerca de 500 metros do palco onde o presidente discursou, quando os dirigentes do PND pretendiam manifestar-se contra as "inaugurações eleitoralistas" de Jardim e aquilo que dizem ser um "desrespeito pelo princípio da neutralidade e imparcialidade em época de eleições". Ostentavam um único cartaz com uma frase que atribuíam a Jardim, proferida em 1996, e que rezava o seguinte: "A Polícia tem, a meu pedido, autorização para utilizar a força".
Após várias tentativas para penetrarem na zona, Eduardo Welsh aproveitou uma brecha, correu para o local, tendo sido agarrado e colocado fora das barreiras de forma violenta. O mesmo aconteceu com o deputado Baltasar Aguiar que acabou por ser agredido por um indivíduo que estava junto dos seguranças.
Os dirigentes do PND insurgiram-se contra seguranças privados "que utilizam violência" e que barram a entrada a depudados da Assembleia. "É uma vergonha forças privadas violarem a Constituição. Isto é um Estado de Polícia", vincou Baltasar Aguiar. O deputado acusou ainda o Governo de utilizar forças policiais na campanha, impedindo candidatos de se manifestarem. Por isso, apelou à intervenção do Ministro da Administração Interna, da CNE e do Procurador Geral da República. Baltasar Aguiar anunciou mesmo uma queixa-crime, embora não tenha muita fé no Ministério Público da Madeira, que, em seu entender, se pauta pela inércia, "que é amiga da ilegalidade".
Jardim presidiu ontem a três inaugurações, num investimento total de cerca de seis milhões de euros.
"Eu estou a mandar"
Apesar da segurança contra as manifestações do PND, o presidente do Governo deu ordem para que um grupo de jovens, que disseram ser "cidadãos da Madeira Livre", exibissem cartazes contra dirigentes do PND. A polícia tentou impedir, mas Jardim interveio. "Têm direito a se manifestar como os fascistas e gajos vindos de fora. Abram os cartazes que eu estou mandando. Sou eu que estou a mandar. Senhor guarda, não chateie ninguém". "Canha foge para o Brasil, a Justiça venezuelana te procura", "Canha, Baltasar e Welsh, os três artistas do circo fascista", "Fábrica do Hinton explorou o povo", "abaixo os herdeiros do Hinton, do Baltasar e padre Lopes", "abaixo os fascistas da Madeira Velha" eram algumas das frases inscritas.
Raquel Gonçalves"
... "asfixias"?!? Não gozem comigo. Por aqui, há muito que a Democracia deixou-se comer e o que sobrou dela vai surgindo unicamente em indecorosos arrotos saciados.
Há esperança ou sou mais um?

quarta-feira, setembro 30, 2009

Já não bastava o resto...

Declaração do Presidente da República proferida ao país na noite de ontem, classificada segundo os cânones, uns dias mordazes outros nem tanto, do Marronco: "Ridícula".
Tentativa, por parte do PS, de colagem de V. Exa. ao PSD? E há necessidade de colar siameses?!? Spare us Mr. President...
Dou €0,05 pelo seu silêncio. E €0,10 pelo meu...

sexta-feira, setembro 18, 2009